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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Luigi’s Mansion: Confira uma resenha muito bacana no Wii Are Nerds

O game Luigi’s Mansion: Dark Moon foi anunciado no dia 26 de março em São Paulo, exclusivamente para o portátil da Nintendo 3DS. O jogo é de ação e aventura com o irmão mais novo de Mario, o encanador verde Luigi. O herói é teletransportado pelo Professor E. Gadd para explorer várias mansões mal-assombradas, capturando fantasmas com um limpador à vácuo chamado Poltergust 5000.


Se você quiser conferir uma resenha do game, o blog Wii Are Nerds foi convidado pela Nintendo para testar o game. Você poder ler o texto completo aqui.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Wii U lançado na E3 2011

E a Nintendo arrisca (muito) de novo

E o Projeto Cafe da Nintendo finalmente foi revelado. O sucessor do Nintendo Wii, o console que irá abrir as portas da nova geração se chama...Wii U? Sério? Isso mesmo? Parece que sim. E a estranheza não para ai. Sem apresentar muitas especificações técnicas a respeito do novo console, apenas mostrando que é tão ou mais poderoso que PS3 e Xbox360, a Nintendo se focou no novo e revolucionário controle. A coisa mais parece uma controle de Xbox recheado com um tablet de 6 polegadas. De novo a Nintendo mostrou algo que jamais foi visto e, instantaneamente, a E3 acabou para a Sony e Microsoft.

Foram mostradas 8 formas de se usar o Wii U e seu controle. Desde um portátil, jogando apenas com o controle, e sem TV, até um avançadíssimo sensor de movimento, mesclando as telas do controle e da TV de forma única. Mas, em todos os casos, eram demos, apenas demonstrações do que ele poderia fazer. Nenhum jogo de fato foi mostrado, nenhuma ideia da Nintendo ou de uma produtora foram apresentadas de forma concreta. Apenas alguns anúncios que deixaram os jogadores bem animados: A Nintendo está de volta ao mundo hardcore. Batman: Arkham City, Battlefield 3, Assassin’s Creed, Darksiders 2, entre outros jogos, estarão no PS3, no Xbox 360 e, também, no Wii U.

O Wii U trouxe mais perguntas que repostas e, sinceramente, tem gente que até agora não entendeu se ele é um console novo, ou um controle que é um console, ou um Wii melhorado, ou até mesmo se ele é desta geração ou da próxima. Quanto a última pergunta, eu posso tentar responder. A cada ano que passa, fica mais claro que a diferença que ocorria entre gerações de console fica mais difícil de ser traçada. Se antes eles eram anunciados quase que simultaneamente e chegavam as lojas com diferença de meses, hoje, temos uma situação inédita: enquanto a Nintendo anuncia seu novo console, apenas rumores apontam para um sucessor do PS3 que deve sair, quem sabe, em 2013. Nem isso ocorre com a Microsoft.

A impressão que se tem é que nos últimos anos, desde os anúncios do PS Move e do Kinect, é que os consoles se transformaram em “meras caixas”, como definiu na Satoru Iwata, presidente da Nintendo. A empresa quer melhorar cada vez mais a experiência de jogar videogame. Hoje, 6 anos depois, muitos questionam se o Wii deu certo ou não, já que afastou os gamers hardcore da Nintendo. Oras, se tivesse sido um fracasso, o PS Move e o Kincect dificilmente existiriam, correto?

A intenção da Nintendo com o Wii U é clara: apenas copiar a concorrência, com gráficos HD e simples sensor de movimento não basta. Para se vencer a guerra e continuar como a empresa de games mais lucrativa e bem vista no mundo, a Nintendo tem que mostrar algo além, algo revolucionário. E o Wii U é esta aposta. Qualquer um que escrever um artigo opinando sobre o futuro do console estará apenas especulando.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Microsoft versus Apple: Duas conferências de inovação e conservadorismo tecnológico



Hoje, praticamente ao mesmo tempo, a Microsoft e a Apple se apresentaram em eventos distintos. A empresa de Steve Ballmer subiu ao palco em Los Angeles, no evento de videogames da E3, para apresentar novidades do Xbox 360 e do sensor de movimentos Kinect. Steve Jobs, CEO da empresa da maçã, fez uma apresentação para falar sobre o iCloud, sistema de distribuição de informações na chamada "computação em nuvem" - dados em rede ou na internet.

Foi engraçado a simultaneidade dos eventos: Uma conferência começou 13h e outra, 13h30. A Apple apresentou um sistema que integra downloads e dados entre os dispositivos da empresa, como iPhones, MacBooks, iMacs e iPods. Não é grande novidade. A Microsoft anunciou sequências de Gears of War, Halo, Mass Effect e Kinect Adventures, além de um novo Disneyland Adventures, para crianças, e um Star Wars. Falou também de parceria com o Youtube para a Windows Live do console Xbox 360. Falou de outros jogos. E só, sem grandes novidades.

Ambas as empresas revolucionaram a tecnologia. A Microsoft criou o Windows no final da década de 1980 e monopolizou sistemas operacionais para computadores. A Apple lançou o iPhone em 2007 e saiu na vanguarda dos smartphones com telas sensíveis ao toque. Na plataforma Xbox 360, a Microsoft novamente revolucionou lançando o Kinect, um sensor de movimento que capta o corpo inteiro do jogador para inseri-lo nos games.

Mesmo com esses históricos, as duas empresas ficaram no campo seguro e mantiveram projetos presos ao que já existe. Cada passo das companhias é calculado. O problema dessa estratégia? Uma oportunidade para a Nintendo e a Sony lançarem projetos de tecnologia mais ousados. A Big N já se adiantou e fala em Projeto Café, um substituto para o Nintendo Wii, que mudou os games em 2005/06. A outra gigante japonesa pode ter uma carta na manga na E3, mesmo evento em que a Microsoft participa.

A tecnologia é uma série de ousadias e conservadorismos. Melhor ficar na terra segura ou no voo revolucionário dos equipamentos eletrônicos e digitais? Não dá pra saber. Só acompanhando a corrida entre essas gigantescas corporações.

domingo, 13 de março de 2011

Nintendo 3DS está entre nós


O novo portátil da Nintendo com gráficos do Wii e um 3D que funciona sem óculos está no Brasil. O evento Game World, que começou ontem, dia 11, e acaba hoje, dia 13, mostrou jogos para o 3DS. Street Fighter IV, Legend of Zelda e outros clássicos estão disponíveis e remodelados no novo portátil, que mostra gráficos lindos em excelentes remakes.

Gamers também podem experimentar Kinect, PlayStation Move e computadores com MMOs. O evento é uma prévia de como será o mercado neste ano de 2011.

Leia o texto de Carlos Machado na INFO com detalhes da programação do evento e muitas fotos sobre as pessoas que estão lá.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Escrita e imaginação

Lançado no último dia 15 nos Estados Unidos, Scribblenauts, novo game do portátil Nintendo DS, traz um conceito inovador de jogar. Já pensou em escrever para conseguir passar de fase? É esse o segredo da novidade.

Desenvolvido pela 5th Cell, o game é basicamente vários puzzles. Missão? Chegar até a Starite, uma estrela escondida em cada cenário, em lugares diferentes. O que inova é a maneira de conseguí-la: você deve desenhar palavras no DS. O game lê o que você escreveu e, num passe de mágica, gera um objeto a partir do que foi redigido.

Isso mesmo, você é quem gera itens para pular em lugares mais altos, seja um avião, um par de asas ou um helicóptero. O sistema de reconhecimento de jogo foi tão desenvolvido que, como a propaganda diz, "o único limite é a imaginação".

Além disso, não há necessidade das palavras estarem em inglês, pois há opção para mudar o idioma para o português. Com toda essa liberdade, soluções criativas para conseguir a Starite são extremamente bem-vindas para aproveitar o game.

Para entender, por fim, esse conceito na prática, veja o trailer abaixo. Afinal, não dá vontade de comprar e explorar a liberdade que o jogo oferece?


quinta-feira, 6 de agosto de 2009

The Conduit: perfeição e decepção em dois extremos

A expectativa em torno de The Conduit foi grande desde o momento de seu anúncio, em outubro de 2008. Isso aconteceu por ser um dos poucos jogos de tiro em primeira pessoa (first person shooter, ou FPS) exclusivos para o Nintendo Wii e por ser o primeiro a usar o periférico Wii Speak online. Após seu lançamento, em 23 de junho, reviews começaram a figurar nos principais sites de crítica surpreendendo a todos, com notas e análises muito abaixo do esperado.

O jogo está longe de ser um fracasso total, mas justifica a decepção dos donos de Wii que esperavam uma nova obra-prima da Sega. The Conduit tem dois extremos: tecnicamente, beira a perfeição, mas seu desenvolvimento é o que fez com que as notas dos sites críticos fossem baixas.

A Sega explorou muito bem as capacidades gráficas do Wii e produziu um dos jogos mais bem detalhados do console. As texturas, apesar de repetitivas, não têm o visual poligonal que alguns jogos da nova geração têm, e a taxa de quadros não cai nem um pouco mesmo com a tela infestada de inimigos. Embora simples, os efeitos sonoros estão no mesmo patamar dos gráficos e contribuem com a atmosfera do jogo.

É nos controles, entretanto, que o jogo tem seu maior mérito. O sistema de controle do Wii permite que a experiência de FPS seja única em relação a dos outros consoles, já que o jogador tem controle absoluto do cursor. Em The Conduit, essa capacidade fica evidente. Com a sensibilidade do Wiimote ajustável e vários comandos de movimento, a ação no jogo é levada a outro nível.



O problema é que todo o trabalho em torno da parte técnica do jogo não tem para onde evoluir, já que The Conduit é curto, repetitivo, raso e cheio de clichês. Tratar de uma invasão alienígena na capital norte-americana com o envolvimento de uma organização secreta do governo em fases nas quais o objetivo é avançar até o próximo ponto eliminando todos os inimigos no caminho resume o que vai acontecer nas curtas nove missões do jogo. Em termos de ação, The Conduit dá conta do recado, mas não traz nada além do básico "atirar-avançar". Na verdade, há alguns poucos extras secretos para serem encontrados durante o jogo, mas nada que altere o andamento ou a experiência, apenas caprichos para quem gosta de completar os 100% do modo campanha.

O modo multiplayer online segue os mesmos parâmetros do modo para um jogador – oferece ação e perfeição com os controles, mas poucas opções e monotonia, embora contemple espaço para até 12 jogadores simultâneos. A começar pelas frequentes falhas na conexão com o servidor e na demora para encontrar jogadores. Os mapas são mal construídos e não oferecem nenhuma margem para planejamentos estratégicos, fazendo com que os confrontos sejam decididos mais pela sorte de encontrar um inimigo desprevinido que pela habilidade. Em alguns deles, se um dos times dominar certa área, é praticamente impossível de virar o jogo. Por fim, o Wii Speak, pode ser usado somente com em jogos com seus amigos (através dos Friend Codes) e não representou uma grande novidade. O interesse pelo multiplayer se esvai após algumas poucas partidas.

A Sega mostrou com The Conduit que, mesmo estando fora do mercado dos hardwares desde o fim do Dreamcast, ainda acerta a mão nos jogos. Explorou a parte técnica, mas faltou trabalhar em questões que não dizem respeito à tecnologia, como o enredo, a inclusão de puzzles e objetivos mais específicos nas missões. Também deram uma melhora no design territorial dos mapas multiplayer para oferecer uma experiência mais rica e duradoura nesse modo, que é o grande atrativo dos novos consoles.

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