Mostrando postagens com marcador espanha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador espanha. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Ana Carolina Neira, do Bola da Foca, ganha Prêmio Santander Jovem Jornalista

A jornalista Ana Carolina Neira, de 22 anos, ganhou em novembro o 8º Prêmio Santander Jovem Jornalista, em parceria com o jornal O Estado de S. Paulo. Ana escrevia no Bola da Foca desde 2008 e fez um TCC chamado "Casas da Morte - Um relato sobre os centros clandestinos de tortura no período da Ditadura Militar no eixo Rio - São Paulo". Formou-se neste ano.



Ana fez a reportagem "Um Pedacinho do Paraguai na Zona Oeste de São Paulo" no Estadão e ganhou uma bolsa de estudos de seis meses na Faculdade de Comunicação da Universidade de Navarra, na Espanha, em 2014.

A reportagem pode ser lida na íntegra no site do jornal, neste link.

domingo, 1 de novembro de 2009

Nunca pare de filmar



Filme de terror é sempre uma surpresa. Podemos nos deparar com um dos futuros ícones do gênero ou com um lixo manchado com tinta vermelha e groselha. Diferentemente dos filmes que precisam de shows tecnológicos para se tornar plausíveis, os filmes de terror nunca precisaram muito disso, mas apenas de um pouco da imaginação do espectador. Sendo assim, é difícil um filme hollywoodiano de terror-trash ganhar os corações. Desse vazio por sangue-falso e zumbis, nasceu o amor dos fãs do gênero pelos chamados “pólos alternativos do cinema mundial”.

Toda essa “referência histórica” é para falar sobre “[REC]”, de Jaume Balagueró e Paco Plaza. O filme conta a história da repórter Ângela e do cinegrafista Pablo, que fazem um programa sobre a rotina dos profissionais que trabalham de madrugada. Durante a gravação de uma matéria acompanhando a rotina de um corpo de bombeiros, eles acabam indo atender um chamado em um prédio residencial, mas o que seria uma simples reportagem acaba virando um pesadelo.

Interessou? Sim, a história é simples e o filme segue a lógica do famoso “A Bruxa de Blair”: câmera na mão, “nunca parar de filmar” e sustos repentinos. Usar handycam tem se tornado quase uma obrigação em um filme de terror moderno, começando com o já citado “Bruxa de Blair” e indo até “Cloverfield”. A filosofia de incluir o espectador na trama tem sido uma forma de lidar com os roteiros não-críveis das histórias de terror.

“[REC]” dá realmente muito medo e também aqueles sustos óbvios nas horas mais oportunas, mas que sempre fazem todo mundo pular na poltrona. Não é preciso falar que o filme foi um sucesso na Europa e, como todo o sucesso internacional com pegada independente, teve o seu remake hollywoodiano. “Quarentena” é mais bem feito, bem mais acabado e bem mais mal atuado. Mesmo assim, não chega nem aos pés do terror causado por “[REC]”, que ganhará uma seqüência em 2010. Tomara que não queiram fazer o mesmo com o remake.

Posts mais lidos