domingo, 23 de junho de 2013

A troca de guarda na grande e pequena mídia

O jornalismo está mudando. Dos repórteres até os editores e empresários da comunicação. Não se trata apenas do avanço da internet, mas sim do próprio avanço do tempo e das trocas de comando.


Isso será melhor? Não sei, depende de quem nos lê e de como escrevemos e reproduzimos notícias.

Ruy Mesquita morreu no dia 21 de maio de 2013, tentando ser o jornalista editorialista e homem de negócios do Estado de S.Paulo ao mesmo tempo. Deixou um jornal em crise e com demissões, mas contribuiu com a criação (e a morte) do Jornal da Tarde. Roberto Civita morreu no dia 26 de maio de 2013, deixando um legado de diversas revistas na editora Abril, um modelo de jornalismo norte-americano e um tipo de gestão centralista.

Edson Flosi morreu no dia 5 de junho de 2013, após 30 anos de carreira como repórter da Folha de S.Paulo e do Jornal da Tarde. Fez história no jornalismo policial.

Estes três homens foram importantes e simbolizam as transformações que a imprensa enfrentará nos próximos anos, meses e dias. Trata-se não apenas da mudança da chamada grande mídia, dos jornalões, televisões e revistas. Não se trata da digitalização dos conteúdos na internet.

É a saída dos homens da imprensa escrita e televisiva para a entrada dos homens que conviveram de modo online, com uma outra lógica para compôr notícias.

Isso será melhor? Não sei, depende de quem nos lê e de como escrevemos e reproduzimos notícias.

Um comentário:

Anônimo disse...

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