domingo, 9 de janeiro de 2011

Harry Potter e a maturidade

Estive relendo Harry Potter e as Relíquias da Morte, livro que li em inglês em 2007. Revi tudo porque fui aos cinemas ver a versão cinematográfica da primeira parte da obra de Harry e, por incrível que pareça, muitos eventos não estavam mais claros na minha cabeça. A linha principal da história é muito simples, mas detalhes me fizeram tanto entender melhor o livro quanto o filme, que era meu objetivo final.

Harry Potter foi criado em 1997 no Reino Unido, quando eu tinha apenas oito anos. No entanto, seu filme chegou para mim em 2001, quando eu tinha 12 anos. Harry tinha 11, naquela época, e cresceu comigo. Por mais que muitas das pessoas me olhassem no metrô, enquanto lia - pensando "que criança esse cara barbado..." -, eu estava revendo um personagem adolescente que trouxe experiências semelhantes às minhas num universo ficcional.

E o último livro é sobre o fim dessas familiaridades e da juventude em si. Colocando em situações extremas, a escritora Rowling retira seu principal protagonista e seus personagens de uma zona de conforto para mostrar que a maturidade é uma das lições mais difíceis da vida.

Harry, no livro e muito bem representado no filme, não tem mais a escola Hogwarts para se proteger. Seu diretor e professor mais íntimo, Alvo Dumbledore, está morto. Nas mãos, ele tem uma missão: Destruir sete fragmentos da alma de seu inimigo, Tom Riddle (Voldemort), dispersos em locais secretos e protegidos por criaturas malignas. Ninguém conhecido pode saber da missão, justamente para manter segredo dos adversários. É como na vida adulta, com empecilhos que temos que encarar independente dos demais, o caminho para a maturidade.

As revelações envolvendo o professor Severo Snape, tido como um traidor covarde durante toda a trama, sobre as lendárias Relíquias da Morte (que fazem parte do universo fantasioso de Rowling), sobre os pais de Harry e sobre os medos de Voldemort mostram que a série fez uma opção muito válida ao trazer a mensagem do homem maduro no fim. Todas as informações do último livro ainda são compatíveis com as histórias adolescentes dos anteriores, mas trazem um teor diverso que faz parte da vida naturalmente.

Mal espero para ver o segundo filme baseado neste livro. O único erro da autora com toda essa história, talvez, seja estocar muitas informações importantes da metade para frente do livro. Isso me passou a impressão que muito foi elaborado apenas no fim, e poderia ser melhor distribuído no restante da obra. No entanto, nada disso afeta o resultado conclusivo de uma série de literatura que dominou a cabeça de crianças, jovens e adultos nos primeiros anos de 2000.

As capas mostradas neste post são das edições americana (foto 1) e a adulta inglesa (foto 2) de Harry Potter and the Deathly Hallows (Harry Potter e as Relíquias da Morte).

3 comentários:

Gabriel Lima disse...

Severo é meu personagem favorito. O pessoal não gota do Severo, por ele ter matado o Dumbledore. Mas, muitos não sabem por que ele fez isso. Só quem leu, mesmo! E é só esperar a segunda parte do filme e todo mundo vai saber que ele é 'o cara' e que o Dumbledore só queria ser o Sr. da Morte. Meus personagens preferidos morrem na segunda parte! (Saco!)

Mas, a segunda parte do filme é que apresenta mais informações importantes. A primeira fora apenas a introdução da história.....

Pedro Zambarda disse...

O segundo filme promete muito por isso.

Wei Chen disse...

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