Cotidiano de faculdade de comunicação. Rostos tristes. Restos de papel, telas brilhantes e mentes supostamente pensantes. Rostos e lustres imaginários. Abstração, atração por dramas.
É estudante universitário em um mundo capitalista concorrido, que comete excessos em se auto-culpar ou se auto-vangloriar: aquele que possui esse sistema de eterno ciclo de insatisfação completamente satisfeita. Não é ausência de protestos da década de 60, são os mitos que os jovens criam em cima de um passado que não existiu e em cima de falhas que não existem neles.
Caldo das letrinhas dissolve em reportagens feitas no SPTV, jornal regional quase-diário (exceto em sábados e domingos) na Rede Globo de Televisão - perguntas estúpidas feitas para vestibulandos com respostas prontas. Estamos em uma tevê de perguntas prontas, respostas repetidas que o povo, tanto os que prestam vestibular quanto os que não prestam, precisa receber. O ser humano tem tara por ciclos.
A novidade não está na reportagem esdrúxula, cheia de novidades e "jeitos novos" de filmar, ou gravar. A novidade não está no jornal, não está no tratamento normal dos cotidianos. A novidade não está nas crônicas que falam mais do mesmo. Talvez uma ponta do novo esteja no falho em senso, no sem sentido. O real inovador seria pegar fatores aparentemente desconexos e, finalmente, botar pra rodar a realidade. O real das comunicações é como um "céu azul" dos dias claros: reluzente, mas reflexo do mar. Transparente, na verdade.
Os estudantes não podem baixar a cabeça. Podem não ter um puto, digo, dinheiro, no bolso. Mas não podem abaixar, cessar. Se a verdinha fosse o fim do caminho, seria outra repetição maldita.
É estudante universitário em um mundo capitalista concorrido, que comete excessos em se auto-culpar ou se auto-vangloriar: aquele que possui esse sistema de eterno ciclo de insatisfação completamente satisfeita. Não é ausência de protestos da década de 60, são os mitos que os jovens criam em cima de um passado que não existiu e em cima de falhas que não existem neles.
Caldo das letrinhas dissolve em reportagens feitas no SPTV, jornal regional quase-diário (exceto em sábados e domingos) na Rede Globo de Televisão - perguntas estúpidas feitas para vestibulandos com respostas prontas. Estamos em uma tevê de perguntas prontas, respostas repetidas que o povo, tanto os que prestam vestibular quanto os que não prestam, precisa receber. O ser humano tem tara por ciclos.
A novidade não está na reportagem esdrúxula, cheia de novidades e "jeitos novos" de filmar, ou gravar. A novidade não está no jornal, não está no tratamento normal dos cotidianos. A novidade não está nas crônicas que falam mais do mesmo. Talvez uma ponta do novo esteja no falho em senso, no sem sentido. O real inovador seria pegar fatores aparentemente desconexos e, finalmente, botar pra rodar a realidade. O real das comunicações é como um "céu azul" dos dias claros: reluzente, mas reflexo do mar. Transparente, na verdade.
Os estudantes não podem baixar a cabeça. Podem não ter um puto, digo, dinheiro, no bolso. Mas não podem abaixar, cessar. Se a verdinha fosse o fim do caminho, seria outra repetição maldita.
Sopa de Letrinhas são crônicas publicadas às quintas-feiras.
Falam de comunicação, de protesto e contra-protesto.













