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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

As melhores bandas canadenses de hard rock


O site BraveWords.com comemorou o aniversário do Canadá em julho, nas festividades da fundação do país, e elegeu 30 bandas de rock, hard rock e heavy metal que fazem mais sucesso no local. Confira a lista completa, logo abaixo:

#1) RUSH - Moving Pictures (Mercury - 1981)
#2) ANVIL - Metal On Metal (Attic - 1982)
#3) VOIVOD – Dimension Hatross (BMG - 1988)
#4) EXCITER - Violence & Force (Banzai - 1984)
#5) RUSH – 2112 (Anthem – 1976)
#6) ANVIL - Forged In Fire (Attic - 1983)
#7) STRAPPING YOUNG LAD – City (Century Media – 1997)
#8) RUSH – Signals (Anthem – 1982)
#9) RAZOR - Evil Invaders (Attic - 1985)
#10 MAX WEBSTER - Universal Juveniles (Anthem - 1980)
#11) RUSH – Hemispheres (Anthem – 1978)
#12) PILEDRIVER - Metal Inquisition (Cobra - 1985)
#13) ANNIHILATOR - Alice In Hell (Roadracer 1989)
#14) RUSH - A Farewell To Kings (Mercury 1977)
#15) SWORD - Metalized (Aquarius 1986)
#16) BACHMAN-TURNER OVERDRIVE - Not Fragile (Mercury - 1974)
#17) EXCITER - Heavy Metal Maniac (Shrapnel 1983)
#18) CRYPTOPSY - None So Vile (Wrong Again Records - 1996)
#19) HELIX – Walkin’ The Razor’s Edge (Capital - 1984)
#20) VOIVOD - Nothingface (Mechanic - 1989)
#21) KIM MITCHELL - Akimbo Alogo (Alert - 1984)
#22) SACRIFICE - Forward To Termination (Fringe - 1987)
#23) KILLER DWARFS – Stand Tall (1988)
#24) KICK AXE - Vices (Pasha/CBS - 1984)
#25) SLAUGHTER – Strappado (Diabolic Force – 1987)
#26) CONEY HATCH - Coney Hatch (Mercury - 1982)
#27) GORGUTS - Obscura (Olympic - 1998)
#28) WOODS OF YPRES - Against The Seasons: Cold Winter Songs From The Dead Summer Heat (Krackenhaus - 2002)
#29) INTO ETERNITY - The Scattering Of Ashes (Century Media - 2006)
#30) TRIUMPH – Allied Forces (Attic – 1981)

Da lista toda, é interessante notar: O rock progressivo de Rush domina cinco posições e um dos CDs, o pop Moving Pictures, encabeça a lista. A terra canadense, pelo visto, é do power trio Geddy Lee, Alex Lifeson e Neil Peart.

Via Whiplash

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Um Rush épico, curto e com muito sci-fi



Herança direta de 2112, lançado em 1976, o CD Hemispheres da banda Rush chegou para as prateleiras em 1978. O disco reunia músicas épicas, longas - sendo uma delas com quase 20 minutos -, mas em um material conciso. Para quem quer conhecer rock progressivo pela primeira vez, sem risco de tédio, vale a pena ouvir esse álbum. Ele possui apenas quatro músicas.

As ideias principais do trio Neil Peart, Alex Lifeson e Geddy Lee foram temas de livros de ficção científica e fantasia para as letras e muito virtuosismo instrumental. Cygnus X-1 Book II: Hemispheres começa o CD falando de um buraco negro em uma galáxia chamada Cygnus, em um épico inspirado em uma música do álbum Farewell to the Kings, contando, literalmente, a história espacial de um livro. A letra é recheada de referências aos mitos gregos e até ao clássico de Miguel de Cervantes, Dom Quixote.

Depois de solos de guitarras, interlúdios acústicos e toda a história de uma viagem espacial, o Rush mergulha na música Circunstances. Em uma letra autobiográfica, o baterista Neil Peart narra suas desilusões enquanto vivia na Inglaterra, com um emprego que não gostava, longe de casa. A música não destoa dos clássicos de ficção científica e fantasia que o Rush traz em outras canções, mas traz um complemento humano ao CD.

The Trees é a música mais fantasiosa e leve do material. Fala de uma briga entre árvores em uma floresta, inspirada em uma história em quadrinhos que o baterista Neil Peart viu antes de escrever a letra. O ritmo é um crescendo, partindo de um instrumental acústico para uma guitarra elétrica progressivamente mais rápida.

Com um dos refrões instrumentais mais conhecidos do Rush - e sem os vocais agudos de Geddy Lee - La Villa Stragiato fala de um sonho delirante do guitarrista Alex Lifeson. As passagens envolvem monstros, um fantasma do herói Aragorn - da saga literária Senhor dos Anéis - e várias improvisações com sua guitarra elétrica. Lifeson utiliza bastante solos com escalas diferentes, harmônicos para variar do grave ao agudo, rapidamente, e frases pegajosas nas seis cordas, que ficam na cabeça do ouvinte.

Para quem conhece toda a discografia de Rush, Hemispheres pode parecer um trecho muito pequeno das grandes obras da banda. Para quem não conhece, o material é uma porta de entrada atraente para ficar viciado pelo grupo. Tudo isso em apenas quatro canções, com muitas referências literárias e musicais concentradas.

domingo, 24 de outubro de 2010

Rush mostra que rock´n´roll pode brincar com o tempo


Fotos: G1

Presente em São Paulo no dia 8 de outubro, e no Rio de Janeiro no dia 10, a banda consagrada de rock progressivo Rush fez um festival de músicas de períodos diferentes em um show com três horas. E eles provaram que o tempo não mudou o talento deles.

Por Pedro Zambarda


O que se viu em São Paulo, no estádio do Morumbi, foi uma catarse para fãs de música progressiva, instrumentalmente elaborada, no rock´n´roll. O trio canadense Rush se apresentou abrindo com a canção The Spirit of the Radio e um vídeo que brincava com os próprios integrantes em uma realidade alternativa, chamado “Rash”. Essa abertura, com um telão digno de tecnologia Blu-Ray, emocionou os fãs que não viam a banda desde 2002, no show histórico que virou DVD ao vivo.


Quem assistia o espetáculo à distância, era presenteado por filmagens em locais inusitados dos integrantes, como a câmera que registrava o baixista e vocalista Geddy Lee de cima ou outra que captava, com precisão, a movimentação do baterista virtuoso Neil Peart. Os espectadores mais próximos do palco eram brindados com a vibração e a integração do trio diretamente com eles, provocando-os. Para quem está se apresentando desde 1968, os senhores do Rush mostraram uma empolgação invejável para os jovens de hoje.


A primeira parte do show foi dominada por mais músicas recentes do grupo, como os CDs Snake and Arrows, Counterparts e Presto. Subdivisions, do clássico Signals de 1982, mostrou a capacidade do baixista Lee com os teclados, encerrando esse bloco de canções. A execução na segunda parte do CD Moving Pictures, que completou 30 anos em 2010, mostrou o fôlego dos músicos em fornecer um material na íntegra e ainda mais material durante a noite.


A música 2112, executada apenas na parte Overture / Temples of Syrinx, mostrou aos presentes a virtuose da década de 70 do trio, abusando na voz aguda de Geddy Lee e um instrumental inconstante e pesado. Alex Lifeson tocava guitarra com um sorriso estampado no rosto, enquanto Neil Peart roubou as atenções fazendo um solo de bateria que durou cerca de 8 minutos depois de Caravan, uma música lançada neste ano pelo Rush. Peart, mostrando precisão e tocando em velocidade alta, consegue transformar ritmo em melodia, deixando os fãs de bateria e os espectadores que gostam de música elaborada impactados.

Lifeson caprichou na improvisação acústica antes de Closer to the Heart. Rush encantou por trazer clássicos que não tocavam há tempos. Time Machine Tour é um nome perfeito para essa turnê, e os músicos provam que é possível manipular o tempo tocando com perfeição e contagiando tanto os nostálgicos quanto os novos fãs.

Ouça um trecho de Closer to the Heart e saiba como foi a apresentação em São Paulo:

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Semestre do Rock

Comemorou o Dia do Rock na última quarta-feira, 14 de julho?
Então veja a lista dos shows em São Paulo e se prepare para um
SEMESTRE do rock!




Scorpions

Get your Sting and Blackout World Tour

Quando e Onde: 18 e 19/09 – Credicard Hall

Pra Entrar No Clima: Rock You Like a Hurricane, Dust in The Wind, The Zoo e Still Loving You.

História: Criada originalmente pelos irmãos alemães Michael e Rudolf Schenker, a banda tomou corpo com a participação de Klaus Meine, Lothar Heimberg e Wolfgang Dziony. São 20 cds lançados, e o mais recente, Sting In The Tail (2010) marca o fim da carreira e o início da última turnê da banda, hoje composta por Klaus Meine, Rudolf Schenker, Matthias Jabs, Pawel Maciwoda e James Kottak.

Mais informações www.credicard.com.br/credicardhall/home/index.htm


Bon Jovi

The Circle Tour

Quando e Onde: 06/10 – Estádio do Morumbi

Pra Entrar No Clima: It’s My Life, Living on a Prayer, You Give Love a Bad Name e We Weren’t Born To Follow.

História: John Francis Bongiovi Jr (New Jersey) começou a tocar cedo, mas só conseguiu fazer fama no verão de 1983, com a música Runaway. Depois do single virar um hit John, que havia gravado com músicos contratados, precisava de uma banda de verdade. Fez ligações à antigos amigos, e virou Jon Bon Jovi. A formação inicial era Jon, David Bryan, Alec John Such e Tico Torres. A Bon Jovi de hoje é praticamente a mesma, as únicas diferenças são a presença de Richie Sambora e o fato de Alec ter saído na década de 90. The Circle é o 11º cd da banda, e celebra a ‘volta’ ao Rock’n Roll, depois de uma passagem mais country no cd Lost Highway (2007).

Mais informações www.bonjovi.com


Rush

Time Machine Tour

Quando e Onde: 08/10 – Estádio do Morumbi

Pra Entrar No Clima: Tom Sawyer, Limelight, Working Man e Closer To The Heart.

História: Banda canadense formada por Geddy Lee, Alex Lifeson e Neil Peart, mas John Rutsey e Jeff Jones também já estiveram presentes. São 19 cds na discografia, e o próximo, Clockwork Angels será lançado em 2011, com o término da turnê atual.

Mais informações http://www.rush.com/v4.html


Woodstock Brasil: Stars With You – Music & Arts Festival

Quando e Onde: 9, 10 e 11/10 – Fazenda Maeda, Itu

O Que Vai Rolar: Só há presenças confirmadas para os dias 10 e 11. O evento vai ter, ainda, a Mostra de Artes e o Fórum de Sustentabilidade.

10/10 – Kings Of Leon (do hit Use Somebody), Dave Mathews Band, Sublime With Rome, Regina Spektor (lançada com o single Fidelity) e DJ Sharam (vencedor do Grammy de Best Remixed Recording em 2002).

11/10 – Linkin Park, Pixies, Incubus (famosa pela música Megalomaniac) e DJ Erol Alkan (se apresentou no Brit Awards 2002 com Kylie Minogue em Can’t Get You Out of My Head).

Site official: http://www.swu.com.br/pt/


Planeta Terra 2010

Quando e Onde: 20/11 – Playcenter

O Que Vai Rolar: serão dois palcos, Main Stage e Indie Stage. Até agora só há 2 bandas confirmadas: os ingleses Hot Chip e os franceses da Phoenix.

Site Oficial: http://diversao.terra.com.br/musica/planetaterra/2009


Twisted Sister

Quando e Onde: 27/11 – Via Funchal

Pra Entrar No Clima: We’re Not Gonna Take It, I Wanna Rock, The Price e Leader of the Pack.

História: Dee Snider, Mark Animal Mendoza, AJ Pero, Eddie Ojeda e Jay Jay French representam o glam rock andrógeno de NY. A banda tem 13 cds na discografia, mas o último, A Twisted Christmas, foi lançado em 2006. O mais famoso é Stay Hungry (1984), que trouxe os clássicos We’re Not Gonna Take It, I Wanna Rock e The Price.

Mais informações www.viafunchal.com.br

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