Obrigado a você que nos visita e acompanha nossos textos com resenhas, notícias, opiniões e discussão sobre comunicação desde 2008. Neste mês de julho chegamos em 281841 pageviews. Mês de Copa do Mundo no Brasil.
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Bola da Foca em julho de 2014 = Mais de 280 mil pageviews
Obrigado a você que nos visita e acompanha nossos textos com resenhas, notícias, opiniões e discussão sobre comunicação desde 2008. Neste mês de julho chegamos em 281841 pageviews. Mês de Copa do Mundo no Brasil.
terça-feira, 8 de abril de 2014
Seis anos de Bola da Foca, com estatísticas impressionantes e um nome ridículo
Seis anos de Bola da Foca. O que dizer sobre isso?
Dados são do Google Analytics.
Obrigado a você que nos acessa!
Mais de 94 mil pageviews em março de 2014 e 28 mil pagevies em abril de 2014 (até agora), fora os 45 mil pageviews em fevereiro. Um recorde atrás do outro.
Dados são do Google Analytics.
Obrigado a você que nos acessa!
sábado, 21 de setembro de 2013
BuzzFeed tem mais audiência do que o jornal New York Times atualmente: O que isso significa para a grande imprensa?
No dia 4 de setembro de 2013, o BuzzFeed, popular site de conteúdo viral, listas, notícias e curiosidades de Nova York, anunciou que atingiu 85 milhões de visitantes únicos no mês. O volume robusto de tráfego, segundo Jonah Peretti, fundador do negócio, é três vezes maior do que em 2012 e até oito vezes maior do que há dois anos atrás. O montante mostra que o site já ultrapassou o site do jornal também novaiorquino New York Times, que está com 29 milhões de unique visitors por mês no mesmo ano.
O que esses números revelam para a grande imprensa e para o jornalismo global na internet? Pelo menos três fatores.
O primeiro, mais óbvio, é que o BuzzFeed e o New Yotk Times são sites muito diferentes. Nunca vão atrair o mesmo tipo de público, porque o NYT ainda está atrelado à mídia impressa e o Buzz se dedica muito mais aos conteúdos que são facilmente divulgados na internet. Mesmo com essas diferenças, é possível notar, até em sites em português, uma "buzzfeedialização" das notícias: Informações organizadas em listas com vários links ou galerias de fotos, bastante conteúdo multimídia e uma mistura de jornalismo com entretenimento, que deve ser cuidadosa para manter a credibilidade do veículo que passa a adotar essa linguagem.
Com isso, chegamos ao segundo sintoma dessa competição, que é mais gritante: O modo de contar notícias está ficando superficial e coloca em cheque o tipo de conteúdo do New York Times. É fácil pensar que o BuzzFeed vai dominar a internet e que vai atrair sempre mais leitores do que o NYT, justamente pela diferença visível do volume de tráfego. Mas dá pra fazer jornalismo de boa qualidade sem a busca pelo furo, pela exclusividade e pelas boas histórias, só com dados que são virais e virtuais?
Essa denúncia revela um terceiro sintoma, aquele pouco percebido por anunciantes na publicidade que querem apenas os visitantes únicos e pageviews consolidados: As métricas que calculam a audiência e seu peso no New York Times e no BuzzFeed não podem ser e não são as mesmas. O ranking da Alexa, que é mundial, lista o NYT como o 121º maior site atualmente, com uma concentração de 2.40 visualizações de página por visitante. A mesma Alexa aponta o BuzzFeed como o 210º maior site, com 2.50 pageviews por visitante. Por qual razão o New York Times está na frente? 10 vezes mais sites fornecem links ao NYT comparados aos links que direcionam para o BuzzFeed. Essa taxa de conexões automaticamente coloca o site do jornal tradicional como um veículo mais confiável.
Isso pode mudar ainda mais? Pode. No entanto, para o BuzzFeed receber links com mais frequência, deveria trazer um conteúdo exclusivo e atraente. Atraentes seus virais divulgados já são, mas é muito difícil que o Buzz abandone as listas de tendências para investir em um jornalismo mais sisudo, com conteúdo exclusivo e não vazado para concorrência. Por esse motivo, o jornalismo pode crescer em ambos os campos, mas é muito pouco provável que a internet seja povoada apenas por "BuzzFeeds da vida". Seria o link do link do link de uma notícia, piada ou bizarrice sem uma fonte original mais trabalhada.
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quinta-feira, 7 de março de 2013
Bola da Foca tem a maior audiência de sua história em fevereiro de 2013
Sei que falar de números é meio chato, mas é uma boa notícia para quem escreve e para quem escreveu aqui. Bola da Foca atingiu seu recorde entre 11.782 pageviews (Site Metter) e 19.152 views (Google Analytics/Blogger). Alguns textos que bombaram naquele mês foi uma resenha de Django, falando sobre a polêmica de Tarantino e o racismo e um texto chamado "Como fazer uma boa resenha".
Como chegar nesse crescimento gradual, cheio de altos e baixos? Continuando a escrever. Conteúdo de qualidade é um dos traços peculiares do Bola da Foca, além da interatividade, do conhecimento coletivo e das discussões.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Brasil: Produzindo bons vídeos na internet

Ok. Vou escrever sobre um assunto tão batido que até o Fantástico da Rede Globo já comentou sobre. Vídeos no Youtube e o crescimento dos vlogers no Brasil.
Plataforma audiovisual não é novidade por aqui. Todo mundo vê e reparte vídeos engraçados no trabalho, entre parentes e amigos, além de comentar e retransmitir notícias importantes nesse formato digital. No entanto, o que está surgindo como novidade agora é a alta de desenvolvimento de produtos nesse segmento, e são produções com qualidade dessa vez.
Um exemplo deles é o trabalho de um jovem chamado Gustavo Horn. Vlogueiro diferente, o rapaz faz vídeos que parecem documentários, com alguns elementos de experimentalismo. Abaixo, você pode conferir um que ele fez sobre o tema "O que você faz da sua vida". São produções que poderiam ser comerciais, curta-metragens e não apenas "eu e minha câmera", com notícias. Vale a pena:
Claro, comentando sobre o trabalho de Horn, eu não estou menosprezando o sucesso de caras como PC Siqueira e Felipe Neto, explodindo desde abril deste ano. Esses dois outros exemplos são pessoas que simplesmente pegaram câmeras e começaram a fazer programas com confissões pessoais e opiniões que cativam as pessoas. Todos os vídeos atuais estão recebendo um up com programas de edição como Sony Vegas (PC) e Final Cut (para Macs). Os "vlogueiros" estão também atraindo a atenção de emissoras grandes como a MTV, como no caso de Ronald Rios, já estrevistado aqui no Bola.
Independente dos vídeos serem um modismo atual dos usuários brasileiros, sua expansão é um benefício para todos. No jornalismo, estudantes podem experimentar se lançar nesse formato, atingindo um público diferenciado na internet, atento aos aspectos diferentes de coisas muito comentadas, como Copa do Mundo, política e outros assuntos.
Plataforma audiovisual não é novidade por aqui. Todo mundo vê e reparte vídeos engraçados no trabalho, entre parentes e amigos, além de comentar e retransmitir notícias importantes nesse formato digital. No entanto, o que está surgindo como novidade agora é a alta de desenvolvimento de produtos nesse segmento, e são produções com qualidade dessa vez.
Um exemplo deles é o trabalho de um jovem chamado Gustavo Horn. Vlogueiro diferente, o rapaz faz vídeos que parecem documentários, com alguns elementos de experimentalismo. Abaixo, você pode conferir um que ele fez sobre o tema "O que você faz da sua vida". São produções que poderiam ser comerciais, curta-metragens e não apenas "eu e minha câmera", com notícias. Vale a pena:
Claro, comentando sobre o trabalho de Horn, eu não estou menosprezando o sucesso de caras como PC Siqueira e Felipe Neto, explodindo desde abril deste ano. Esses dois outros exemplos são pessoas que simplesmente pegaram câmeras e começaram a fazer programas com confissões pessoais e opiniões que cativam as pessoas. Todos os vídeos atuais estão recebendo um up com programas de edição como Sony Vegas (PC) e Final Cut (para Macs). Os "vlogueiros" estão também atraindo a atenção de emissoras grandes como a MTV, como no caso de Ronald Rios, já estrevistado aqui no Bola.
Independente dos vídeos serem um modismo atual dos usuários brasileiros, sua expansão é um benefício para todos. No jornalismo, estudantes podem experimentar se lançar nesse formato, atingindo um público diferenciado na internet, atento aos aspectos diferentes de coisas muito comentadas, como Copa do Mundo, política e outros assuntos.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Sobre textos e comentários
Pra quem escreve, essa não é novidade nenhuma. Divulgados hoje via twitter, instantaneamente para seguidores de um autor ou amigos seus, partes de blogs menores ganham popularidade. Sites e blogs com mais nome na internet conseguem essa frequência de visitação mais facilmente, mas o que interessa é que determinadas curiosidades do cotidiano, textos com humor e mensagens simples costumam atrair discussões e muitos leitores para sua página, elevando sua audiência.
Toda a platéia tem seu bônus e ônus.
Existem comentadores de diversos tipos. Há aqueles que comentam por inércia, sem realmente opinar no texto e buscando, talvez, sua própria audiência nos comentários. Há provocadores com várias especialidades: os que buscam equilíbrio e construtividade, os que criticam mas não chegam a firmar seu ponto de vista e aqueles que apenas querem destruir o texto. Há pessoas que só comentam pelo alto número de comentários. Há outros que preferem comentar onde não há ninguém prestando atenção. Audiência, mesmo massificada e classificada por oradores que falam e não ouvem muito, guarda uma diversidade tão grande e intensa que merece uma atenção especial.
O problema, para nós escritores, é que precisamos não abaixar diante de uma crítica que destrói nosso texto, e não se gabar tanto de elogios. Com esses dados, e muitos outros que este texto não conseguiu abordar, falhando miseravelmente, é possível ter uma visão equilibrada de manifestações tão humanas sobre seu texto, seu conteúdo em qualquer suporte ou mídia?
A pergunta fica no ar para quem tem 200 ou mesmo 0 comentários.
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