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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Promessa: Dilma diz que até 2018 universalizará a banda larga no país

Por Bruno Bocchini, da Agência Brasil

A presidente da República e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, disse ontem (20) que, se reeleita, universalizará a banda larga no país até 2018. Segundo ela, universalizar significa que 90% dos domicílios terão banda larga, via fibra ótica, com velocidade de, no mínimo, 25 megabytes por segundo.


“Consideramos que a internet tem a mesma importância que, por exemplo, a universalização da energia elétrica. A internet é tão importante hoje para as pessoas como é o caso da energia elétrica. Ou seja, é um dado do consumo que a gente não pode deixar de considerar como integrante da vida das pessoas. Faz parte do cotidiano”, salientou Dilma, em entrevista coletiva em um hotel na região da Avenida Paulista.

De acordo com a candidata, o Banda Larga para Todos, como é denominado o programa de universalização, será realizado por meio de parcerias público-privadas e demandará investimento do governo da ordem de R$ 40 bilhões, que serão originários do orçamento da União, de créditos tributários e financiamentos a juros subsidiados.

“[Com o plano], pretendemos dobrar o número de conexões no Brasil. Passaremos dos atuais 150 milhões para 300 milhões no fim de 2018. Hoje, a velocidade média da banda larga é de 2,3 a 5,5 megabytes. Queremos chegar a 25 megabytes por segundo no fim de 2018", acrescentou.

Dilma disse, ainda, que o governo exigirá das operadoras a oferta de um pacote popular, com parâmetros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). “Como contrapartida, vamos exigir, de qualquer um dos modelos possíveis, a oferta de um pacote popular alinhado com critérios da OCDE, que são a conexão de banda larga fixa de, no mínimo, 25 a 32 megabytes”, salientou.

Conforme a candidata, os 10% de domicílios que não serão atingidos pelo programa utilizarão outros meios de acesso à internet, como rádio, satélite, o 3G ou o 4G, que são tecnologias utilizadas pelos smartfones.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

(Um pouco mais de) Rock Infinito e fotos de Camila Fontenele

No dia 2 de agosto, às 23h, rolou a exposição de fotos da artista Camila Fontenele, que apresentou imagens na América do Sul e possui um site próprio com retratos, books e curtas. A exibição foi dentro da casa paulistana de shows Kabul, com participação de um show da banda de rock Klatu, de Leco Peres (baixo), Carol Arantes (vocal), André Barará (guitarra) e Felipe Silva (bateria).

O ensaio de Camila foi inspirado em figuras históricas como a pintora mexicana Frida Kahlo e ambientes externos, ambos incorporados em pessoas. Já o Klatu tocou o seu repertório novo do segundo disco de carreira, chamado Um Pouco Mais Desse Infinito, composto entre 2011 e 2013.

O show conseguiu misturar rock'n'roll repleto de improvisações, meio progressivo, com obras de arte visuais originais em um ambiente bem descontraído. A defesa, tanto de Camila quanto da banda, foi por uma arte mais "autoral" e menos adepta de modas comerciais replicadas de maneira uniforme nos círculos de arte.

Você confere as fotos, tanto das imagens de Camila quanto do show da banda, logo abaixo:

Exibição de Camila Fontenele

Johnny Ramone na parede da casa de shows Kabul

André Barará empolgado no solo, acompanhado por Felipe Silva

Leco Peres com sua camiseta de Rogue Squadron, de Star Wars, tocando baixo

Leco Peres e Carol Arantes, os fundadores do Klatu

Barará concentrado no solo de guitarra elétrica

Leco Peres com outra camiseta inspirada em Star Wars

Quadro inspirado em Frida Kahlo, de Camila Fontenele

Logotipo do bar Kabul

Quadro envolvendo ambiente aberto, de Camila Fontenele

sábado, 2 de outubro de 2010

E o metal progressivo muda

Notícia velha, mas não custa escrever sobre.

Dia 8 de setembro, o baterista Michael (Mike) Stephen Portnoy deixou a banda Dream Theater. Ele, queria um hiato na banda. John Petrucci, Jordan Rudess, James LaBrie e John Myung queriam continuar gravando CDs ininterruptamente.

Certamente a separação deve ter envolvido brigas e desentendimentos entre esses caras, que são os melhores músicos do metal progressivo internacional. No entanto, as notícias deram a entender que Mike apenas saiu para ter seu tempo. E que o novo baterista será temporário.

Dream Theater é um marco na música internacional que, sem dúvida, teve grande parte do seu nome construído por Portnoy. O baterista permitiu a seu pai que nomeasse a banda, caracterizou seu som com uma percurssão pesada e quebrada em seu tempo.

Ter a notícia de um dos músicos formadores do estilo teve que sair de sua banda matriz é triste. O DT prolongou uma tendência iniciada pelo Rush, Genesis e Yes nos anos 1960. Muitos fãs se exaltaram e tentaram atribuir o acontecimento aos projetos paralelos de Portnoy: Na banda de heavy metal Avenged Sevelfold, ou no projeto de ícones do rock progressivo Transatlantic.

Essa crise entre fãs e as mudanças no prog é um pouco triste, mas isso deve se apaziguar nos próximos dias.

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