quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Um teto para todos - Caso TETO

Por Ana Flavya Rigolon, estudante do 4º semestre de Jornalismo na Fiam Faam/FMU

Está escrito na Declaração Universal dos Diretos Humanos (DUDH) no Artigo 25, parágrafo 1º, que todo ser humano tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis. O texto está presente neste documento desde 1948.

Organizações competentes tentam diariamente fazer com que o Artigo 25 da DUDH seja efetivamente cumprido, para que todos os cidadãos possam usufruir de seus direitos. Um bom exemplos de iniciativa advém da Organização das Nações Unidas (ONU), que tem como objetivo facilitar a cooperação em matéria de direito internacional, segurança internacional, desenvolvimento econômico, progresso social, direitos humanos e a realização mundial. Eles possuem, por exemplo, os Direitos Humanos das Nações Unidas (UNHRC), que tem como finalidade aconselhar a Assembleia Geral sobre situações em que os direitos humanos estão sendo violados.

Outra Organização é o TETO que está presente na América Latina e no Caribe, e tem como foco trabalhar pelo desenvolvimento comunitário em assentamentos precários, realizando ações conjunta aos moradores e com voluntários para que, a longo prazo, seja criado uma sociedade mais justa e sem pobreza.


Mesmo em situações precárias, como casas quase desabando, a família é um bem importante. Ela está sempre unida, como está escrito na fachada da casa "FAMÍLIA"

“Realizamos várias ações em conjunto com os moradores para ir superando os principais problemas da comunidade, de acordo com a visão deles. Aos poucos, vamos sanando os desafios até que a comunidade caminhe com as próprias pernas e siga se desenvolvendo”, relatou Pedro Egydio Marcondes de Oliveira, de 24 anos. Ele entrou na Organização em 2011 como voluntário, e há sete meses é o Diretor de Comunicação do TETO. Ele dedica 100% do seu tempo para essa causa.

Dentro do TETO existem dois tipos de voluntários: O fixo que dedica em média quatro horas semanais em uma área fixa e específica e o voluntário pontual, que faz parte do banco de dados. Sempre que há uma atividade, email são enviados. Se há interesse e disponibilidade, o voluntário se inscreve para participar. Ele pode ser um doador, apoiando com um valor fixo mensal e financiando todas as intervenções nas comunidades.

São ações grandes como as duas citadas que estão fazendo a diferença mundialmente, aproximando cada vez mais os cidadãos uns dos outros e tornando a sociedade mais igualitária e livre de preconceitos. Elas se somam com pequenas iniciativas locais.

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