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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Obama tomou uma cerveja Guinness na Irlanda


Ao contrário da rainha do Reino Unido, que negou uma cervejinha em sua última visita ao país, o presidente americano Barack Obama brindou com uma Guinness no pub Ollie Hayes em Moneygall. Obama não ficou apenas nas visitas diplomáticas e políticas, que abordaram a questão das guerras no Oriente Médio e no norte da África. O político parou para tomar a bebida típica da Irlanda.

Via Exame

domingo, 15 de maio de 2011

Para quem não viu: O discurso de Barack Obama sobre a morte de Osama bin Laden


"Boa noite. Nesta noite, eu posso relatar ao povo americano e ao mundo que os Estados Unidos conduziram uma operação que matou Osama bin Laden, líder da Al Qaeda", disse o presidente, antes de todos os jornais.

Discurso ficou famoso no começo deste mês. Presidente Barack Obama fala por cerca de 10 minutos sobre detalhes sobre a operação que assassinou Osama bin Laden. O estilo firme do discurso de Obama, mesmo em uma guerra controversa como essa, ficará para a história dos grandes discursos.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Osama bin Laden é assassinado. E Barack Obama garante sua reeleição em 2012?



No dia 11 de setembro de 2001, o complexo World Trade Center foi destruído em Nova York por um atentado terrorista aéreo arquitetado pelo saudita Osama bin Laden. No dia 1º de maio de 2011, quase 10 anos depois do ataque aos Estados Unidos, ele foi assassinado por um comando especial americano ligado com a CIA. Foi morto o terrorista, dois homens, um de seus filhos e uma mulher que apontam como uma de suas esposas, usada como escudo humano na defesa.

A investida foi feita em cerca de 40 minutos em um hotel paquistanês. Com o fim da operação, o presidente norte-americano Barack Obama avisou os ex-presidentes Bill Clinton e George W. Bush. Depois ele entrou no ar para as televisões, sendo o primeiro a transmitir a morte do terrorista bin Laden. Deu furo na CNN e em todos os jornais. Manteve para si as glórias pela informação.

Alguém duvida que a morte do terrorista é um instrumento político? Obama anunciou mês passado sua companha por reeleição em 2012. Pouco tempo antes, o presidente enfrentava problemas com sua popularidade e aceitação dos eleitores por uma reforma econômica sem muito efeito depois da depressão de 2008. Será que, com o povo comemorando nas ruas o fim do terrorismo, ele vira presidente de novo?

E será que a rede terrorista de Osama bin Laden - a Al Qaeda - ficará quieta?

quarta-feira, 9 de março de 2011

Charlie Sheen supera Obama e Lady Gaga no Twitter em 2011


E os recordes do ator Charlie Sheen não param na rede de microblogs Twitter. A celebridade está no topo dos assuntos por suas polêmicas com a demissão da série Two and Half Men e suas aventuras com prostitutas e programas de internet. A pesquisa é do Global Language Monitor e foi publicada nessa terça-feira.

Sheen ultrapassa Lady Gaga e Obama, assuntos que normalmente estão em evidência, e o iPad, que recebeu upgrade da Apple na semana passada e foi apresentado por um Steve Jobs adoecido. O ator também passou ditadores como Hosni Mubarak, deposto no Egito, e as polêmicas da Líbia.

Fonte: Estadão

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Especial de Natal: Oprah Winfrey e a família Obama

Abaixo, segue o vídeo do especial para a TV americana ABC feito pela apresentadora Oprah Winfrey com a família Obama feito no começo deste mês. Os comentários de Michele e do presidente Barack Obama inspiraram a crônica Obama e seu primeiro ano: 2009, postada neste blog. Resumindo: eles conversam sobre curiosidades da Casa Branca no Natal e um balanço do governo, em inglês.

Obama e seu primeiro ano: 2009

Poster de Obama por David Choe.

Em 2008, ele foi a sensação do twitter, com uma campanha antenada com a internet até ser eleito presidente dos EUA. É o primeiro negro a ocupar o maior cargo na maior potência econômica, política e militar do mundo. Seu mote de marketing - Change - trouxe, de fato, uma experança para o mundo, além de ser uma experiência que muitos querem repetir na comunicação.

No mês de outubro deste ano, ele foi premiado com o Nobel da Paz, um título inesperado para ele, defensor do reforço de atividades militares no Afeganistão. O motivo desse reconhecimento foram suas visitas e atuações diplomáticas no Oriente Médio e em países que estavam contra os Estados Unidos. Mesmo assim, ele destacou um reforço de 30.000 homens para as terras afegãs no começo de dezembro. Além dessa ação claramente política, nenhum acordo foi fechado na Conferência Climática de Copenhague, a COP15, mesmo com Barack Obama apoiando a formalização do controle de emissões.

Esses pontos paradoxais, somados aos conflitos de sua gestão interna, especialmente no setor público, mostram que ele não é mais o representante pacífico da presidência americana, mas um gestor em uma crise. Não podíamos esperar menos dele, mas um ar de decepção paira no ar, mesmo para não-americanos. Esperamos demais dele? Esperamos demais da política? Esse sempre foi um debate que deveríamos fazer com mais frequência, mas que não fazemos. Depositamos na eleição norte-americana uma esperança sem nos dar conta que questões climáticas e políticas também dependem da cidadania de cada um de nós.

Honestamente, não esperava menos da administração de Barack Obama. Continuo contra suas ações militares no Afeganistão, mas concordo que há mais lógica lá do que o Iraque, por ser base terrorista do grupo Al-Qaeda. As questões são quando nós vamos ver sempre as mesmas coisas de um governo com tamanha influência e se vamos longe agindo apenas como observadores deste cenário, hoje. A esperança não (pode) deveria morrer.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Nada incomoda mais que barulho de obra

A paciência do povo acabou ou Obama exagerou na dose?

Se existem algumas máximas infalíveis no mundo é a de que, para que exista qualquer melhora significativa, o processo deve ser um incomodo generalizado, necessariamente. Isso ocorre na reforma de casa, no corte de cabelo, na operação plástica e, simplesmente, na condução da maior potência econômica do planeta. Quase 1 ano após sua histórica eleição, Barack Obama passa pela sua maior provação em um país que parece estar cada mais dividido.

Em um post recente em seu blog “História Globais”, a correspondente do Estadão em Washington, Patrícia Campos Mello, conta sua pequena experiência quando foi dar uma volta com o cachorro e encontrou nas ruas da capital americana uma pequena multidão com cartazes de ódio a Obama. O título do post era “A minoria não tão silenciosa”, fazendo uma referência à expressão cunhada por Nixon que falava dos americanos que simplesmente queriam continuar com sua vida, sem se preocupar com os grandes problemas do mundo. Pois bem, parece que desde que Obama tomou posse e resolveu por em prática suas políticas domésticas, os silenciosos resolveram abrir a boca.

O presidente americano teve um início de mandato com uma das maiores aprovações da história, cerca de 70%. No entanto, esse recorde foi seguido por uma perda mais rápida de popularidade do presidente. Hoje Obama conta com apenas 42% de apoio nos EUA, apenas 8 meses depois de sua posse. A raiz do descontentamento do povo americano é bem claro, mas não é único. O plano de reforma do sistema de saúde americano, notadamente o pior dos países desenvolvidos, virou uma guerra civil de idéias que pode arranhar bem mais a imagem do presidente, mais do que qualquer guerra pelo mundo afora, capaz de causar as reações mais emocionais em apoiadores e críticos.

A idéia do plano de saúde obamista é complicada, e não é de se estranhar que os americanos estejam com medo. Seu eixo principal é transformar o Estado em um gestor da saúde do povo, provendo o Health Care (uma espécie de seguro de saúde) para qualquer cidadão americano. O problema é que hoje - como Michael Moore mostrou no filme Sicko - se uma pessoa não tiver um plano de saúde privado, e notavelmente caro, ela poderia até mesmo enfartar em frente a um hospital que, mesmo assim, não receberia atendimento. Teria arcar com todos os gastos. Com o perdão da comparação esdrúxula, Obama quer criar um SUS americano, mas obviamente melhorado. A principal crítica vem do medo que boa parte dos americanos tem em colocar o Estado entre eles e qualquer coisa. O medo da burocracia, do mal-atendimento e, vejam só, o medo do comunismo.

A grande questão que se levanta agora entre as pessoas com um pouco mais de distanciamento político nos EUA e no mundo é que talvez o país não esteja pronto para as mudanças que Obama pretende conduzir. É preciso lembrar que a direita conservadora, boa parte dela radical, ainda tem um peso significativo na condução da política americana. A audiência da Fox News, praticamente a rede porta-voz do partido republicano, saltou desde que Obama se tornou o candidato oficial do partido democrata. A noção geral é de que ainda tem muito americano que não consegue engolir o fato de um negro liberal estar no comando do país.

Por outro lado, há críticas também da própria ala liberal. Paul Krugman, Prêmio Nobel de Economia e partidário de Obama em sua campanha, agora lança seguidamente ataque aos planos do presidente. Krugman considera que a administração está sendo fraca na condução da retomada americana. Obama, na visão de Krugman, está em cima do muro. E as críticas liberais prosseguem da mesma forma. A paciência era curta e as expectativas muito altas para analistas. Porém, quem melhor resume a situação é Sérgio Dávila, correspondente da Folha e do UOL em Washington.

Barack Obama sabe que não ficará marcado por nenhuma guerra. Mesmo mantendo seu foco no Afeganistão, tanto lá quanto o Iraque sempre serão a herança de George W. Bush. Porém, todo presidente americano precisa deixar sua marca, que é uma exigência da historieta americana. Os sistemas de saúde e tributário precisavam ser reformados de forma urgente, e, por diversas vezes, Obama avisou o povo que transtornos seriam necessários, mas parece que poucos ouviram. A minoria deixou de ser silenciosa, o povo saiu às ruas e os próximos meses serão definitivos para pautar os três anos e 4 meses que restam do mandato. A tendência é de que a guerra ao redor da saúde se acentue ainda mais e a bola de neve cresça. Se Obama resistir, poderá entrar para a história como o presidente que solucionou o maior problema dos americanos. Se falhar, será a desilusão com a maior esperança do país desde Robert Kennedy.

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