quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Sopa de Letras

De Smells Like Teen Spirit até Radiohead: as novas expressões do rock´n´roll.

Pancadas, não meras palhetadas, em uma guitarra Fender, modelo Jaguar. Uma mensagem que vai muito além de suas rimas fáceis, que clama por uma geração superficial - no melhor estilo "geração coca-cola", refrão marcante do Legião Urbana - contrasta com urros inconformados. Nem Cobain e nem o Nirvana sabiam que Smells Like Teen Spirit faria o grito que fez em 1991, muito além do álbum em que saiu, o sucesso comercial Nevermind. Tocada em todas as rádios, esse rock, que chega ao peso inclusive de bandas mais antigas, lendárias nos anos 1970 e 1980, tratou de iniciar uma pequena evolução nos temas tratados nesse gênero musical. Saindo das temáticas utópicas ou dos casos de amor, vulgarmente chamadas de "músicas de dor-de-cotovelo", Teen Spirit começou a tratar de temas urbanos, juntamente com todo o movimento grunge de Seattle, mas sem cair em formas menos agressivas.

Essa música despertou o asco de seu autor, Kurt, e aos poucos foi se perdendo na obra inteira da banda. Asco por ser comercial? Talvez sim. A verdade, bem verdade, é que o "último" Nirvana, aquele do álbum In Utero, já não eram mais as "Pancadas" - eles se tornaram um vocalista que não cantava muito bem e tentava fazer acústico, entre uma e outra tentativa de suicídio pelos excessos da heroína, um baixista que parou no tempo e um baterista que tinha constantes brigas com o restante da banda. Virou "obra autobiográfica de Kurt Cobain", para o desespero de David Gohl.

Saindo da terra de Jimi Hendrix e indo até a pacata cidade de Oxford, Inglaterra, uma banda surgia nos moldes do grunge norte-americano. O que as pessoas não sabiam é que, dentro desse estereótipo, ela escondia muito mais coisa. Pablo Honey do Radiohead fez um sucesso expressivo na MTV, mas ainda com uma balada melosa e excessivamente depressiva: Creep ganhou a alcunha de "hino loser" em 1993. A trupe de Thom Yorke foi bem mais tímida em seu começo, embora boas composições já fossem visíveis em Anyone can play guitar, uma letra que brinca muito com Jim Morrison e cabeludos em geral, e a explosiva You.

Por que, então, estou ligando bandas com histórias tão distintas? Porque, muito provavelmente, a inconformidade de Smells Like Teen Spirit pode ser vista nos CDs seguintes de Radiohead. É uma tese sem muitos argumentos visíveis (ou até plausíveis, diriam alguns leitores desse texto), mas que talvez seja facilmente compreensível pelo significado do trabalho das duas bandas, embora uma delas tenha se perdido na proposta (o Nirvana, no caso).

Em 1995, a distorção e a microfonia do Radiohead assumiriam proporções adultas em The Bends, com uma das mais densas "canções-para-comercial-de-TV". Fake Plastic Trees era o nome dessa obra-prima, que coloca a vida artificial como tema principal, escondida sobre uma melodia melancólica, porém suave. Um acústico despretensioso que esconde uma letra que fere, que machuca por ser tão real. Vivemos "amores de plastico", "mundos de plástico", com um "cirurgião de garotas de 18 anos". No entanto, "a gravidade sempre vence".

Nem preciso falar de 1997. O CD Ok Computer mereceria vários comentários e posts somente para si. De Paranoid Android até Fitter, Happier, a banda não dá descanso em suas críticas a uma sociedade praticamente desumana. Radiohead não trava seu processo criativo nesses trabalhos, e desagua até em uma melancolia aparentemente feliz, como em In Rainbows, lançado no começo deste ano.

Desta forma, esta crônica só pretende mostrar algumas das novas mensagens vinculadas ao rock. Você pode dizer que há bandas de alguns anos e meses (infelizmente o Strokes se encaixa nessa categoria), pode dizer que há o revival idiota do emocore (My Chemical Romance?), mas não pode negar que, muito além disso, se superou as mensagens hippies ou dos movimentos proletários dos anos 1970, ou até mesmo o mercantilhismo estravagante dos 80. Você ainda tem a opção, dentro do seu Ipod, de reviver clássicos do Black Sabbath, Van Halen ou Deep Purple, mas não pode negar que Radiohead faz o dever de casa incitando ações sociais, fazendo letras reflexivas ou combatendo os males ao meio ambiente (eles não viajam mais de avião em turnês).

Isso tudo começado em pancadas. Talvez tenha começado antes mesmo do Nirvana (e certamente começou, dos Beatles "mais caretas" até o extremo punk do Sex Pistols ou o próprio hardcore subseqüênte). Mas o que importa, nesta crônica, é que as grandes mensagens se escondem, muitas vezes, naquilo que não gostamos tanto, contrariando Kurt ou os amantes desmiolados do heavy metal. Talvez esteja na "má música moderninha".

Sopa de Letrinhas são crônicas (que deveriam ser) publicadas às quintas-feiras.

Falam de comunicação, de protesto e contra-protesto.

O melhor filme do ano


A Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles elegeu, nessa terça-feira, a animação Wall-E como o melhor filme de 2008, logo na frente de Batman - Cavaleiro das Trevas, que faturou o segundo lugar.

Wall-E, uma animação da Pixar (empresa comprada pela Disney), mostra a vida de um pequeno robô deixado na Terra. Sua missão: limpar o planeta da sujeira. E isso não é tarefa fácil. Milhões de toneladas de detritos se acumulam em ruas desertas. A rotina de Wall-e muda quanto ele conhece Eva, uma robô extremamente avançada.

Assim que estreou, nos EUA, o longa bateu "Procurados", filme de Timur Bekmambetov com Angelina Jolie e Morgan Freeman. Logo no primeiro dia, faturou $23,2 milhões. No Brasil, a situação não foi diferente: R$2,3 milhões no primeiro fim de semana em cartaz.

A Associação dos Críticos de Los Angeles foi fundada em 1975 e, anualmente, promove uma festa de entrega de prêmios. Elege talentos dos dois lados da câmera. Outros premiados em 2008: Heath Ledger (ator coadjuvante), Penelope Cruz (atriz coadjuvante), Sean Penn (ator), Sally Hawkins (atriz) e Danny Boyle (diretor).

Uma potência em guerra

Ataque à base de Pearl Harbor: o início do fim.

Há exatos 67 anos, no dia 11 de dezembro de 1941, a Alemanha nazista declarava guerra aos Estados Unidos.

Alguns dias antes, em 7 de dezembro, a Marinha Imperial Japonesa atacou a base naval americana de Pearl Harbor, situada no Havaí. No ataque, mais de dois mil americanos morreram e mais de mil ficaram feridos. Quase duzentos aviões foram destruídos e diversos navios foram danificados.

No dia seguinte, os EUA declararam guerra ao Japão. A resposta alemã, embora não fosse necessária graças ao acordo entre os países do eixo, foi anunciada no dia 11, chocando a América.

A entrada dos americanos na guerra foi o início do fim do conflito. Quando a declaração foi assinada pelo então presidente, em terceiro mandato, Franklin Delano Roosevelt, Winston Churchill, primeiro-ministro britânico, escreveu, em sua biografia: "Estando saturado e satisfeito de emoção e sensação, fui para a cama e dormi o sono dos salvos e agradecidos."

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Um Casperiano nos EUA

Rodrigo Russo estava cursando o 2º ano de jornalismo da Cásper Líbero quando teve uma oportunidade, em um acordo de intercâmbio com bolsa pela North Carolina (NC) State University, de viajar aos Estados Unidos para cobrir as eleições presidenciais norte-americanas. Após publicar matérias para o Site de Jornalismo da Cásper (ver Diário de um Casperiano na América), Rodrigo cedeu uma entrevista com exclusividade semana passada.

Por Pedro Zambarda

Bola da Foca: Rodrigo, quanto tempo você ficou nos Estados Unidos? Entre quais dias de outubro? Ficou em qual cidade da Carolina do Norte?

Rodrigo: Fiquei em Raleigh, entre os dias 26 de outubro e 8 de novembro. No dia 5 de novembro, fiz uma viagem até a capital, Washington D.C.

Bola da Foca: Como foi a recepção que deram a você lá? Não houve discriminação contigo, pelo fato de você ser latino-americano ou brasileiro?

Rodrigo: Cara, a NC State University foi bem bacana comigo, pois eles têm experiência com imigrantes e gostam de recebê-los. Ao contrário do que muita gente pensa, eles conhecem muito sobre o Brasil, pois sabem sim qual é a capital e alguns de nossos problemas. Talvez tenham uma noção errada quanto ao meio ambiente brasileiro, afirmando que nosso país é "verde". No entanto, eu era realmente reconhecido como brasileiro, e eles me perguntavam coisas. Essas boas condições, em parte, foram possíveis porque nós, naquela situação, éramos escolhidos pelo governo norte-americano para intercâmbio. Então, eles não nos trataram mal.

Bola da Foca: O que você achou do ensino superior norte-americano lá?

Rodrigo: Infra-estrutura é excelente, principalmente para o professor. Ele coordena o conteúdo, com uma biblioteca ampla e vasta, além de um computador com internet, o que não há nas salas de aula brasileiras. Também existem laboratórios com mesas redondas para os computadores, o que não causa desconforto por não estarem tão próximos uns dos outros. As lanchonetes tem uma ótima variedade. Você retorna ao Brasil questionando o ensino aqui, e isso inclui a própria Cásper. A NC está entre as 100 melhores universidades das 4.000 existentes nos Estados Unidos. Conheci uma brasileira lá que faz economia ambiental, curso que está entre os 5 melhores do país. Eles também são bons em pólos industriais, fortes principalmente no setor téxtil, além da indústria nuclear e a biotecnologia. Os 1ºs e 2ºs anos são mais fracos, pois chamam-se freshman e fazem parte do ensino undergraduate, antes da especialização nos últimos dois anos. Lá, também, as pessoas se envolvem em debates e perguntas que o próprio professor proporcionava.

Bola da Foca: O que você achou do sistema eleitoral norte-americano?

Rodrigo: O sistema tem cerca de 227 anos. Não tem muito o que contestar nele, porque eu acho que é legítimo. Nem acho que nossa urna eletrônica brasileira seja mais eficiente, pois não há recontagem aqui e provavelmente deve haver fraudes. Muito me espanta que numa campanha como a do Gabeira [no Rio de Janeiro], que perdeu por pouquíssimos votos, não tenha existido uma recontagem da votação. Lá eles sabem as propostas do candidato e tem uma câmara que os representa. Os cabos eleitorais são voluntários, enquanto aqui eles são pagos e fazem o trabalho com má vontade. Parece que houve também o anúncio de reformas políticas lá, com o rearranjamento dos distritos e de seus delegados e representantes, dando uma maior coerência com a população atual dos Estados Unidos, que cresceu muito.

Bola da Foca: Rodrigo, você foi nos comícios de Barack Obama e Sarah Palin [29 de outubro e 1º de novembro, respectivamente]. Vendo o que você viu, qual é o resumo que você pode dar dessas eleições? O Partido Democrata foi vencedor ou é mérito apenas de Obama? E a estratégia dos republicanos?

Rodrigo: A política é clara para a grande maioria: ou se é republicano, ou democrata. Os votos do centro são os que decidem. Não adianta você pensar nos norte-americanos como extremamente liberais ou conservadores, pois a vitória de Obama tem que ser analisada em cada colégio eleitoral, o que realmente constatou uma maioria esmagadora em determinados casos. No entanto, não tem sentido esperar democratas no Texas, ou mesmo republicanos no estado da Califórnia. Para mim, Barack Obama teve mérito exclusivo na vitória. Teve seu carisma, que foi fundamental, além de uma excelente campanha liderada pelo estrategista Daniel Axelrod. No entanto, sua equipe de governo, como está se revelando agora, não é muito diferente das administrações passadas, de George W. Bush e Bill Clinton. Obama também teve uma participação ativa na internet, não delegando tudo aos seus ghostwriters [colaboradores que não assinam os discursos e textos que fazem]. Por outro lado, esse ano foi péssimo para ser um republicano, diante do desempenho do candidato democrata. Qualquer candidato desse outro partido seria atrelado ao péssimo governo Bush. Sarah Palin, ao contrário do que dizem, pra mim foi uma boa alternativa deles, pois era uma desconhecida governadora do Alasca, alavancando 6% nos primeiros dias em que se tornou candidata a vice, chegando a causar empate. Infelizmente para os republicanos, por declarações inoportunas dela, o jogo voltou ao quadro anterior.

Rodrigo apoiou a candidatura de Barack Obama.

Fotos do logotipo da NC State University e de suas instalações.

O dia em que os maiores jornais do mundo ruíram?

De acordo com informações do programa da TV Globo, Bom Dia São Paulo, e sites como o jornal ExtraOnline, a Grupo Time norte-americano anunciou a intenção de hipotecar a sede do jornal The New York Times por cerca de US$ 225 milhões, enquanto a Tribune Company, dona dos jornais Los Angeles Times e Chicago Tribune, alegou concordata, ou seja, falência, de seus órgãos de imprensa.

Essas notícias foram dadas no dia 8 desse mês (a do programa televisivo, no dia 9). Resta pensar que, muito além do mundo empresarial, especialmente os envolvidos na bolsa de valores, a crise mundial de financiamentos afetou a grande imprensa, e seus jornais de expressão global.

Deve haver um novo pensamento sobre o jornalismo e as atividades dos jornalistas? Como o jornalismo pode se tornar uma atividade rentável novamente? Muito além do futuro da mídia escrita, fica em dúvida o futuro dos órgãos de comunicação como um todo, dentro de uma economia que permitiu tamanhos desastres, como esses.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Ronaldo deve fechar com o Corinthians

O atacante Ronaldo, maior goleador da história das Copas do Mundo, deve fechar contrato com o Corinthians nas próximas horas. Pelo menos esta é a informação que explodiu na mídia esportiva na manhã desta terça-feira. O furo foi dado pelo programa Jogo Aberto, da Rede Bandeirantes.

Segundo o comentarista Neto, Ronaldo e o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez vinham conversando desde a semana passada para que o atacante vestisse a camiseta do time na temporada de 2009. O contrato seria diferente daquele feito pelo São Paulo com Adriano no início do ano, com permanência de apenas 6 meses. O atacante deve permanecer no Corinthians até o final da próxima temporada, segundo, repetindo, o comentarista Neto, da Rede Bandeirantes.

Na tentativa de confirmar a informação, André Kfouri, da ESPN Brasil conversou com o vice-presidente de futebol do Corinthians, Luís Paulo Rosemberg. Segundo Rosemberg, existem pouquíssimas chances de que Ronaldo não assine com o clube paulista nas próximas horas, podendo até se apresentar na sexta-feira desta semana.

Mais informações nas próximas horas.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Dentre os grandes és o primeiro!



Nunca ninguém chegou onde o São Paulo chegou neste domingo. Definitivamente, sem qualquer espaço para contestação, o hino do tricolor está mais correto que nunca: "entre os grandes, és o primeiro".

Agora são 6 títulos brasileiros, sendo 3 seguidos. 3 conquistas mundiais, e 3 conquistas da Libertadores. Só perde ainda em títulos paulistas, algo que poucos lembram. Mas não é isso que importa agora.

O que importa agora é a conquista de um time que se viu desacreditado. Pois, afinal, foi um time que por 19 rodadas atrás estava 11 pontos antes do líder. Precisaria de um milagre para ser campeão, e o fez: 18 rodadas invictas, a melhor defesa e o melhor ataque. A melhor campanha do segundo turno.

O São Paulo mostrou que não era apenas um time que ganhava na regularidade, mas um time que, ao contrário do que muitos dizem, sua, sangra e chora. Chora como chorou hoje. Nas lágrimas emocionadas, mesclando sentimentos. Raiva, alívio, alegria, vingança... tudo isso estava estampado hoje nos olhos dos campeões, de cada um deles. Pois afinal, foram todos parte de um único corpo. Como um grande sistema trabalhando em perfeita harmonia. Afinal, não existiram craques ou estrelas neste time.

Todos correram como um. Seja a valentia e o esforço do sempre questionado Borges. Seja a desenvoltura do diferenciado Hernanes. Sejam nos passes do precioso Jorge Wagner. Sejam a precisão e a habilidade de verdadeiros guerreiros como Miranda, André Dias e Rodrigo. Sejam, principalmente, a liderança de lendas vivas agora, como Rogério Ceni e Muricy Ramalho. O São Paulo foi sempre 1 e nunca 11. Foram 11 que deram tudo que tinham para um time, e não 10 trabalharam ao redor de 1, como era o time no primeiro semestre.
Estaria sendo óbvio e desnecessário se começasse a falar da estrutura, da organização e das virtudes do clube São Paulo, então é melhor falar da entidade São Paulo. Aquela que agora é incomparável em sua eficiência e inegável, como ainda insistem alguns cegos, em sua grandeza. Parabéns São Paulo Futebol Clube. Aquele que apesar de tudo e todos, têm seu nome cravado na história do futebol brasileiro, como aquele que em 2008 se tornou o clube mais vitorioso da história deste país. Agora, sem mais contestações.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Bug no site da HP

A empresa HP Pavilion, responsável pela produção de computadores pessoais, desktops e notebooks, disponibilizou erroneamente o preço de um produto em seu site.

Free Image Hosting at www.ImageShack.us

Printscreen da página

A página referente ao produto, congestionada por conta do enorme número de acessos, discorre as qualificações de um desktop composto por processador Intel Core 2 Duo E8400, memória RAM de 2 GB e disco rígido de 250 GB custando apenas R$ 2,09 à vista, no cartão de crédito, enquanto o preço à prazo é em doze vezes de R$217,71.

Free Image Hosting at www.ImageShack.us
Printscreen da página de cotação

Um dos compradores que aproveitaram a oferta-erro, Matheus Lopes, comenta: “Fiquei sabendo através de amigos, pelo MSN (Windows Live Messenger). Eles disseram que haviam visto essa falha nas comunidades do Orkut, às 11h10min da manhã, e imediatamente garantiram seu produto. Eu demorei pelo menos uma hora para conseguir acessar a página, isso fechando e abrindo, atualizando. Deu tudo certo na compra, o preço realmente foi de R$2,09, mas teve que ser à vista.”

Free Image Hosting at www.ImageShack.us
Printscreen do e-mail de confirmação recebido por Matheus.

Entretanto, deve-se levar em consideração que a compra foi feita por “cotação” e que o produto será entregue a uma revendedora local. Ou seja, ainda há muito a acontecer nessa história. Talvez a HP não tenha levado tanto prejuízo assim, ainda.

Outros casos

Incidente parecido ocorreu com a empresa Magazine Luiza, empresa brasileira existente há 50 anos. No portal de compras online, o novo video-game da Nintendo, o Wii, estava disposto a R$28,18, enquanto o preço médio, no Brasil, é de R$1999,00. O usuário CBuosi, do fórum hardMOB, chegou a abrir um tópico para contar sobre a sua feliz experiência de comprar o video-game por menos de R$30,00.


(Matéria também disponível em Culture For the Win)

Posts mais lidos