terça-feira, 22 de janeiro de 2013

O Orkut ainda vive... e gera debates sobre raça no Brasil

A comunidade Negros, da rede social Orkut, possui mais de 34 mil membros e foi objeto de estudo na dissertação Negritude em rede: discursos de identidade, conhecimento e militância. A pesquisadora Melissa Maria de Freitas Andrade realizou uma análise dessa comunidade de temática racial negra. O estudo foi feito na Faculdade de Educação (FE) da USP entre 2009 e 2012, sob orientação da professora Paula Perin Vicentini.
O levantamento feito na Universidade de São Paulo teve como foco um estudo de caso sobre a comunidade do Orkut, focado nas discussões que ocorrem na internet. Melissa investigou casos de agressão racial relatados por integrantes da rede social e o processo de afirmação da raça negra na web. 

Além de acompanhar os debates na página eletrônica, a pesquisadora entrevistou três membros da Negros: uma professora; um advogado, jornalista e militante de ONGs; e um estudioso das relações raciais. A pesquisa mostrou, além das questões levantadas, que o Orkut ainda é uma plataforma de uso e discussão nos últimos três anos, mesmo com a popularização do Facebook.

Informação via Agência USP de Notícias. Reportagem de Mariana Melo.

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