
Em conversa com meu professor e amigo sociólogo, Liráucio Girardi, concluímos, pensando em séries norte-americanas, que o Dr. House é, de fato, um comunicador.
Gregory House é um diagnoticista, um especialista em formular, desenvolver e empregar fórmulas médicas que curam doenças, muitas vezes fugindo das convenções de outros especialistas. Liderando uma equipe de profissionais específicos, ele soma os conhecimentos de outras pessoas e, através do descarte das contradições, chega em conclusões mais objetivas, mesmo que não estejam claras para todas, necessitando de uma intuição.
Eric Foreman é um médico neurologista, especialista nos transtornos do sistema nervoso. Allison Cameron é uma imunologista, que estuda as doenças de matriz nas defesas do organismo. Robert Chase é cirurgião e especialista em casos intensos. Remy Hardley é clínica geral, enquanto Chris Taub é um cirurgião plástico pretendendo mudar de carreira. Por fim, é importante mencionar James Wilson, que não é da equipe de House, mas é oncologista, especialista em câncer, e amigo do diagnoticista.
Todos os conhecimentos desses personagens são fragmentados e não são eficientes em todos os casos. Assim como um comunicador, House consulta essas fontes e elabora uma solução final, provando que o mundo profissional não é apenas ter e aprofundar um saber particular, mas um aglutinar desses saberes.
Nosso papel, como profissionais, é agir como um diagnoticista e reunir conhecimentos, reconhecer caminhos e apontar soluções. Claro, todo jornalista deve respeitar os dados específicos, informações que não são feitas pela imprensa. No entanto, no exercício profissional, ele deve ser capaz de traduzir esses saberes de uma forma acessível, pública e enriquecida.
Eric Foreman é um médico neurologista, especialista nos transtornos do sistema nervoso. Allison Cameron é uma imunologista, que estuda as doenças de matriz nas defesas do organismo. Robert Chase é cirurgião e especialista em casos intensos. Remy Hardley é clínica geral, enquanto Chris Taub é um cirurgião plástico pretendendo mudar de carreira. Por fim, é importante mencionar James Wilson, que não é da equipe de House, mas é oncologista, especialista em câncer, e amigo do diagnoticista.
Todos os conhecimentos desses personagens são fragmentados e não são eficientes em todos os casos. Assim como um comunicador, House consulta essas fontes e elabora uma solução final, provando que o mundo profissional não é apenas ter e aprofundar um saber particular, mas um aglutinar desses saberes.
Nosso papel, como profissionais, é agir como um diagnoticista e reunir conhecimentos, reconhecer caminhos e apontar soluções. Claro, todo jornalista deve respeitar os dados específicos, informações que não são feitas pela imprensa. No entanto, no exercício profissional, ele deve ser capaz de traduzir esses saberes de uma forma acessível, pública e enriquecida.



4 comentários:
Adorei o post.
House seria bom, se não fosse ruim. Brinks :D
Pri pri odeia a prepotência do dotô! hahahahaha :)
Adorei o blog. Parabéns!!! ;)
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