sábado, 21 de fevereiro de 2009

Nossa Língua Brasileira

Nova Língua Portuguesa

As mudanças são sempre complicadas, principalmente se sempre acreditamos e utilizamos algo de uma única forma.

Mas esta não é a primeira mudança na "nossa língua "brasileira". Quem lembra - ou já viu em um livro de sebo ou da avó - um tal de "govêrno" ou "éla", "êle"?

Talvez há algumas décadas não fizesse sentido escrever ele e ela sem acento já que a fonética é diferente.


Foto: Luma Ramiro


Não vejo sentido em escrever "apoio" e "apóio" sem acento, se a idéia (ou melhor, ideia) é diferente. Ou escrever "heroico" sem acento e "herói" com acento agudo, como dizem as novas regras.

Talvez a próxima geração - que aprender a escrever a língua "portuguesa" - ache tão natural escrever "heroico" tanto quanto achamos escrever "governo".

Além disso, eles poderão ler livros de todos os autores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que é composta por oito países: Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

Vale a pena lembrar: As mudanças serão apenas na ortografia, permanecem as pronúncias típicas de cada país.

Um comentário:

Pedro Zambarda disse...

Língua não deixa de ser um hábito e uma prática.


Você está certíssima, e mais positiva que a maioria. Mas ainda achei desnecessária a mudança.

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