Se os países redirecionassem o esforço que eles usam para produzir armas nucleares (e usá-las) e se odiar para acabar com o aquecimento global, as doenças, a fome e a miséria mundiais, presenciaríamos a tão esperada evolução da humanidade. Não se trata de uma evolução mecânica, robótica, mas uma evolução no pensamento, ao se dar conta de que só unidos conseguiremos alcançar o que cada um tenta individualmente. A guerra não existe, e a insistência em fazê-la entra em conflito com a única fonte realmente não-renovável (a água vai ser uma tristeza, mas existe a dessalinização): a fonte da vida.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
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