segunda-feira, 30 de março de 2009

Videogame sem fronteiras

No ano de 1999, antes mesmo da virada do milênio, foi lançado no mundo o Dreamcast, console de videogames desenvolvido pela SEGA, sendo ele o primeiro a conceber uma forma rudimentar de multijogador online. Foi um passo ousado, que mudou a forma de entretenimento eletrônico para sempre.

Dez mais tarde, hoje, temos acesso a uma rede de consoles com funcionamento online amadurecida, como a Xbox Live, Playstation Network e a Wiiware. Elas abrem um leque de opções não apenas para jogos, mas para filmes e seriados de TV. Porém, todos esses recursos só se disponibilizam a partir da compra de créditos próprios da empresa desenvolvedora do videogame. Para inovar esse mercado de compra e venda online, é apresentado o OnLive.

Roteador da OnLive e controle para jogar games de todas as plataformas. Fonte: blog TheTechHerald

É um pequeno dispositivo, semelhante a um roteador de internet sem fio chega ao fim de 2009 com a premissa de unificar as três formas de serviço atuais e implantá-las de uma forma que qualquer jogo, de qualquer plataforma, venha a ser jogado em sua TV, PC ou MAC. Para tanto, foi desenvolvido um serviço online que atende qualquer lugar no mundo, e que faz rodar jogos de última geração em seus computadores. Normalmente, são jogos que eles não suportariam nem nas suas configurações mais basicas.

Sendo assim, essa revolução pode se resumir a duas perguntas dentre as milhares a serem respondidas: até que ponto os desenvolvedores desse dispositivo conhecem o mundo e sua conexão com a web? Como farei para jogar com conexão de baixa potência em um país de terceiro mundo, onde a tecnologia tende a ser obsoleta? Será que o mercado da informática verá esse serviço promissor, que dispensa quase que integralmente o consumo de hardware, com bons olhos?

Fonte: GameTrailers
Site Oficial

5 comentários:

Pedro Zambarda disse...

Pessoal, só adiantando.
"Zamb" é meu irmão Paulo, que tem 16 anos (quase 17, ainda nesse mês) e queria fazer textos pra praticar, antes do vestibular.

Como ele é viciado em videogames (nerdinho que nem o irmão, ó só =D), achei o texto bem acima da média e tive o cuidado de editá-lo direito antes de ir pro ar.

Espero que gostem (e que, de preferencia, não me acusem de favorecer familiares ¬¬)

Lidia Zuin disse...

Tipo, antes de qualquer coisa, umas correçõezinhas:
entreterimento -> entretenimento
"dez mais tarde" -> dez anos mais tarde?
roteador de internet sem fio - achei meio redundante (chatice minha)

ah, achei o texto razoável. não tá muito bem escrito.. tem várias palavrinhas mal colocadas, na minha opinião. ainda assim, achei que, ao menos, está objetivo.

talvez um professor de jornalismo iria opinar pra que se colocasse o assunto principal da matéria logo no lead, no primeiro parágrafo.. quando, nesse caso, foi posto no terceiro, logo abaixo da segunda foto.. ou seja, parece só uma 'complementação', a qual, ao meu ver, seria o histórico mais detalhado, como foi dado logo no início do texto.

mãããs agora deixando pra lá críticas estruturais.. eu li um negócio há um tempo sobre um novo videogame que supera o wii (como se fosse algo muito difícil).. mas em questão de conexão com a internet e a jogatibilidade nela... que os jogos não seriam nem baixados ou comprados, como cd/dvd... vc os jogaria online, como esses jogos em flash que são carregados numa página normal.. só que, pra isso, entra a questão ferrada da velocidade da internet...

aqui, no brasil, a gente teria vários problemas pra aproveitar dessa nova tecnologia... nossa rede é bem ruim. apesar disso, eu fiquei meio 'mimimi' por vc ter usado a expressão 'país de terceiro mundo' :P huahau... somos um país emergente, vai HAUAHUA.. vamos ter fé.

bom, se rolar mesmo.. que bom. espero que os impostos não ferrem com o preço desse 'console' quando ele, finalmente, chegar no brasil.. e que, afinal, ele realmente deixe de ser projeto. esse ano, as empresas estão mto milagreiras :/

Pedro disse...

editor também deixou passar erros (isso que dá ficar olhando no meio de outros trabalhos...)

A questão do assunto, como era um texto curto, talvez não comprometa tanto a leitura. É uma forma alternativa de escrever. Os questionamentos deveriam mesmo ir no final.

Pedro Zambarda disse...

Mudei o título do texto, dando uma abordagem mais jornalística.

Lidia, roteador sem fio não é redundante. Existem roteadores de fio =P

Lidia Zuin disse...

ah, é que até onde eu sabia, o roteador recebe um fio vindo do modem, daí pode distribuir mais conexões sem fio e, dependendo, tem portas para mais cabos de rede... mas foi chatice minha mesmo! 8D

e sim, pode ser uma forma alternativa de texto. eu, particularmente, não vi problema.. mas certamente, um professor iria reclamar, pedindo o formatinho original da notícia, o lead e tudo mais.. por isso que eu fiz essa ressalva antes mesmo de começar a crítica

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