quarta-feira, 4 de junho de 2008

O GÊNIO IMORTAL NOS CORAÇÕES TRICOLORES


Os tricolores do Céu e da Terra transformarão o Maior do Mundo em um Inferno.
Este que promete engolir o Boca, o gigante poderoso da bacia da Prata. Nesse jogo que nem a onipresença das câmeras de televisão conseguirão descrevê-lo com fidelidade, o tricolor das Laranjeiras jogará a vida, e, se preciso for, venderá a alma para seguir ao topo das Américas. Muito pó de arroz, fumaça verde-grená e os gritos de incentivo de mais de 80 mil tricolores de coração embalarão nosso Flu!
Os argentinos sentirão o inferno que o nosso gigante Maracanã se tornará. A tragédia de 1950 e de 2008 com o Flamengo não acontecerá nesta quarta feira, o nosso tricolor de coração fascinará pela sua disciplina, o nosso amor pelo Fluminense o guiará à final.
Não me venham dizer que Fernando Henrique é ruim, que Thiago Neves é irregular ou que o nosso comandante pode cair pela soberba. É preciso ter autoconfiança, o que nosso comandante tem mais Sua raça e liderança, no melhor espírito gaúcho, torna este time imbatível, não há Boca que nos engula, nem Ligas pela América que não possamos atravessar.
No Maracá somos imbatíveis, só tomamos um gol no torneio e vencemos todos os jogos. Nosso coração de leão nos levará ao caminho das redes. É a hora da consagração de Washington, provando seu espírito de fênix, saindo do marasmo de oito partidas sem marcar para garantir nossa vaga neste confronto contra os xeneizes, agora a pulsação do músculo cardíaco passará pela panturrilha e, junto com 80 mil tricolores, nos guiará a vitória final.
Na defesa, temos o melhor zagueiro do Brasil e não há discussão sobre isso! Não há Palermos nem palermas, muito menos palácios que passarão por nosso monstro. Também temos reforços oriundos dos vizinhos platinos, trata-se de Dario Conca, este que percorreu “Rivers” e Caravelas até chegar ao nosso temido pavilhão. Completando nosso esquadrão, temos um lateral tão genial quanto genioso, Gabriel, que se honrar a genética é uma arma fatal. Júnior César, a afiada flecha tricolor, que fere os adversários letalmente, os paulistanos que o digam. Completando o tabuleiro temos dois peões com a força de cavalos e a nobreza de reis, Ygor e Arouca, o segundo fruto das terras de Xerém.
O pó de arroz cobrirá o Maracanã de branco, acrescentando o verde e o grená teremos as três cores que traduzem tradição, raça e superação. A força dos vivos e o espírito dos mortos entrarão em harmonia nesta inolvidável noite de outono, esta que passará pelas chuteiras imortais dos atletas, aos conscientes comandos de Renato Gaúcho e a subconsciente, mas tangível, presença de Nelson Rodrigues no estádio que lhe era tão familiar.

José Edgar de Matos e Pedro Proença
Alunos do 1º ano de Jornalismo, turma A - Faculdade Cásper Líbero

5 comentários:

Pedro Zambarda disse...

Afinal.

É um perfil do Fluminense ou do Nelson Rodrigues?

(Sou muito amador quando o papo é futebol, fato)

Thiago Dias disse...

Perfil do Fluminense na Libertadores, isso sim.
Belo texto, mas que o Boca é favorito..ah isso eh!!

Thiago Dias disse...

só um comentário a mais, chamar o Gabriel de gênio é força a barra hein.
Mas só pra que não fique dúvidas, um ótimo texto mesmo

Rafael Lacerda disse...

O importante é o Mackenzie se foder! \O

Hohoho

Thiago Dias disse...

Queimei a lingua. Fluminense jogo MTOOOO e arrebentou o Boca. Vcs estavam certos huahua

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